Endereço
Rua Dr. José Peroba, 149 Empresarial Eldorado, 6º andar, Stiep, Salvador – BA – 41770-235.
Horario de Funcionamento:
Segunda a Sexta: 9h - 18h
Sabado: 10h - 12h


Nenhum indicador falhou e nenhum salário atrasou. Mesmo assim, o caixa começa a perder fôlego. Luciano Silva, CEO do Grupo Contty, dá nome a esse risco em um capítulo do novo livro sobre a Reforma Tributária.
Imagine uma empresa que vence uma licitação importante e mobiliza centenas de colaboradores. Os custos foram calculados, os tributos vigentes foram considerados e a conta fechou.
Meses depois, tudo segue como planejado: serviço entregue com qualidade, metas cumpridas, faturamento estável. Só que o resultado do contrato encolhe. Não houve erro de gestão nem queda de produtividade. O que mudou foi uma das premissas que sustentavam o preço: o sistema tributário.
Esse é um dos cenários que a Reforma Tributária pode criar para empresas de serviços continuados, principalmente as que dependem de mão de obra, como as de facilities. E foi por enxergar esse risco de perto, na rotina de quem cuida da contabilidade e do tributário de empresas, que Luciano Santana Silva, CEO da Contty, decidiu escrevê-lo.
O tema está no capítulo “O Colapso Silencioso: A Reforma Tributária e o Prejuízo nos Contratos de Facilities”, do livro Reforma Tributária: A nova lógica dos negócios no Brasil, lançado na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Um dos trechos que abrem a discussão diz:
“O contrato permanece o mesmo. O cliente permanece o mesmo. O preço permanece o mesmo. O que deixa de existir é a equação econômica que sustentou sua formação.”
Essa frase desmonta a ideia de que, se nada mudou no contrato, nada mudou para a empresa. O preço de um contrato é resultado de uma equação com custos, riscos, margem e tributos. Se uma peça muda, o papel continua igual, mas a conta que o sustentava já é outra.
Agora pense no seu negócio. Se você trabalha com contratos de médio ou longo prazo, com preço fechado e margem enxuta, quem paga a diferença enquanto o contrato não é ajustado? Em muitos casos, o próprio caixa da empresa. E cada mês nessa situação pesa mais do que parece.
E o capítulo vai além disso. Nele, Luciano mostra por que a neutralidade pensada para o sistema como um todo pode não valer para cada contrato, o que uma empresa precisa ter em mãos para sustentar sua posição, e traz uma simulação com números e um roteiro de medidas práticas. Isso não cabe em um post, e é justamente o que você encontra no livro.
Por que ler este capítulo
Quer continuar essa leitura?
O trecho que você leu aqui é só o começo. O capítulo completo está no livro Reforma Tributária: A nova lógica dos negócios no Brasil. Garanta o seu [inserir link de compra] e entenda o que pode proteger a margem do seu negócio.
E se quiser entender sobre como isso se aplica à realidade da sua empresa, conte com a gente.